Por meio da Portaria nº 1/2026 do Ministério da Saúde, o Asciminibe passa a integrar o Sistema Único de Saúde (SUS) após avaliação técnica da CONITEC.
O medicamento trata pacientes adultos com leucemia mieloide crônica (LMC), cromossomo Philadelphia positivo, em fase crônica. Esses pacientes já utilizaram dois ou mais inibidores da tirosina quinase.
A decisão segue os critérios da Lei nº 12.401/2011. Além disso, baseia-se em evidências científicas de eficácia e segurança. Também considera estudos de custo-efetividade e impacto orçamentário.
Portanto, o Ministério da Saúde confirmou a viabilidade clínica e econômica da incorporação.
Avaliação da CONITEC e impacto da incorporação no SUS.
Nesse contexto, a incorporação do Asciminibe fortalece a adoção responsável de tecnologias em saúde no SUS. Assim, o sistema amplia o acesso a terapias inovadoras de forma sustentável.
Além disso, a decisão reforça o papel técnico da CONITEC. O órgão avalia evidências científicas e equilibra o direito à saúde com a responsabilidade fiscal.
Desse modo, o SUS assegura acesso racional ao tratamento. Ao mesmo tempo, reduz riscos de judicialização da saúde relacionados ao fornecimento do medicamento.