A Conitec acaba de incorporar no SUS o estimulador da medula espinhal para tratar do crônica persistente.
Segundo o relatório oficial, o impacto orçamentário estimado pode chegar a R$ 490 milhões em cinco anos, sendo custo-efetivo apenas em casos específicos de dor crônica não cirúrgica; para outros grupos, o custo por ano de vida com qualidade (QALY) é elevado, limitando a viabilidade econômica dessa ampliação.
Procedimento terá impacto nos planos de saúde.
Com base na Lei 14.307/2022, tecnologias incorporadas ao SUS devem ser analisadas para inclusão no Rol da ANS, permitindo que pacientes de planos de saúde também tenham acesso, desde que cumpridos os critérios clínicos e de custo-efetividade previstos na legislação.
Diante desse cenário, as operadoras de planos de saúde precisam se preparar para os reflexos financeiros dessa nova incorporação, pois a inclusão no Rol da ANS poderá aumentar a demanda por tratamentos com o estimulador da medula espinhal. O impacto financeiro para a saúde suplementar pode ser significativo e exigirá ajustes nas análises de custo, benefícios e precificação dos planos para garantir a sustentabilidade do setor sem restringir o acesso dos beneficiários a essa tecnologia inovadora.
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RELATÓRIO TÉCNICO DA RECOMENDAÇÃO PELA CONITEC – https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2025/relatorio-de-recomendacao-no-1045-estimulador-da-medula-espinhal